Embora seja uma organização internacional, sem vínculos
legais com qualquer nação, a maior parte dos agentes e do financiamento da
organização partem dos EUA - o que a coloca sob grande influência desse país.
É, por isso, motivo de críticas e discussões já por muitos anos o papel de
"agente do imperialismo americano" da S.H.I.E.L.D.
Na teoria, seu corpo de diretores é multinacional e somente
a ONU pode autorizar ações da agência. Na prática, ela já foi usada como arma
pelas potências ocidentais na Guerra Fria e contra governos
"rebeldes" do terceiro mundo várias vezes, principalmente pelo
Presidente dos E.U.A..
A principal base da S.H.I.E.L.D. está localizada em um
gigantesco aero-porta-aviões e a agência possuiu escritórios regionais e bases
secretas em todas as grandes cidades do ocidente. Embora a maior parte das
ações da organização seja secreta sua existência é de conhecimento público,
sendo considerado o órgão máximo de manutenção da lei (bem exemplificado na
saga Operação: Tolerância Zero, quando eles inutilizam a força-tarefa
multinacional elaborada para acabar com a "Ameaça Mutante)".
Ainda mais recentemente, porém, Fury teve de se afastar da
direção da S.H.I.E.L.D. devido ao escândalo da descoberta de seu envolvimento
em uma operação não-autorizada contra o governo democraticamente eleito da
Latvéria, na qual usou operativos civis como agentes agressores, entre eles os
super-heróis Capitão América, Homem-Aranha, Luke Cage e Viúva Negra. Fury
desapareceu e hoje é um renegado, procurado para prestar contas por essa
operação desastrosa que se tornou conhecida como "Guerra Secreta".
